Categoria: ‘Garantia da Lei e da Ordem’

Veja a situação dramática que se encontra a Universidade Federal de Santa Catarina; relato de uma aluna recém formada.

(lido no blog do Reinaldo Azevedo):

26/03/2014

Acompanho o seu blog há algum tempo, mas essa é a primeira vez que faço um comentário.
Infelizmente eu acabei de me formar na UFSC e, para piorar, fiz um curso na área de humanas. A situação é desastrosa já que todos os alunos são submetidos a lavagem cerebral esquerdista e são perseguidos pela sua fé, orientações políticas e opiniões diferentes.
Eles não só falam mal dos cristão (católicos e protestantes), mas também ofendem a fé cristã com atos e perseguições, para citar um exemplo, no final do ano passado um aluno foi para frente da reitoria vestido de padre e começou a simular que batia em um outro aluno travesti que mostrava seus órgãos íntimos.
As pesquisas são dominadas pelo comunismo assim como todos os eventos acadêmicos são desse cunho, além disso, o Jornadas Bolivarianas é o núcleo de estudos mais forte da universidade e abrange todos os cursos de humanas, portanto há uma certa pressão para os alunos participarem de tudo relacionado ao núcleo.
Maconha é normal… É normal fumar maconha na sala de aula, junto com o professor (sou testemunha ocular de professor fumando maconha em sala de aula com alunos!), nos corredores… As drogas possuem uma espécie de livre comércio universitário, se alguém não usa é porque é reacionário e deve ser excluído do convívio social.
Outra coisa banal na UFSC é a exposição explícita de comportamentos sexuais, tanto heteros quanto gays, as pessoas se sentem livres para transar em becos da universidade e também para nudez, de vez em quando aparece alguma coisinha artística com pessoas totalmente peladas no campus… tipo no restaurante universitário!
Por último gostaria de salientar que esses protestos são incentivados pelos próprios professores. Eu já perdi a conta de quantas vezes eu não tive aula porque os professores mandaram a gente ir para algum protesto e os alunos ganham presença por estarem protestando em horário de aula. Se o aluno não concorda com o protesto, ele deve explicar seus motivos para ser zombado e chamado de coxinha pelos estudantes revolucionários e professores donos da verdade intelectual.
Eu percebo que a maioria dos estudantes estão perdidos, são ignorantes e não fazem a menor ideia porque estão sendo levados por essa onda maléfica socialista. A maioria não sabe nem o que é socialismo, mas sabem que os problemas do mundo se resumem a dois: o cristianismo e o capitalismo.
Infelizmente eu passei por essa universidade onde o reitor intelectual é Marx, mas graças a Deus eu não perdi a minha fé e preservei um pouco do meu cérebro. Acordei para a vida!
Seu blog tem um papel educador na minha vida, depois de ler os seus textos, do Olavo de Carvalho, do Rodrigo Constantino e do padre Paulo Ricardo, eu finalmente entendi o sucateamento intelectual nas universidades brasileiras financiadas com o dinheiro do nosso imposto.
A UFSC não está formando professores, psicólogos, engenheiros, médicos etc., ela está formando protestantes de esquerda com direito a diploma.
Eu tenho esperança que algum aluno perdido na universidade leia o meu comentário e pense se o que os professores com doutorados estão ensinando e incentivando é realmente certo.

General brasileiro diz que se for preciso os militares darão a própria vida para livrar o Brasil do Comunismo.

Presidente do Conselho do Clube Militar diz que se for preciso darão a própria vida para livrar o Brasil do Comunismo. O general sutilmente lembra que vários “guerrilheiros” de ontem agora são presos condenados, que de novo se autoproclamam presos políticos.

31 DE MARÇO DE 1964 – UMA DATA A SER LEMBRADA

General de Exército Pedro Luis de Araújo Braga .

Presidente do Conselho Deliberativo do Clube Militar

Completa no próximo mês o seu Jubileu de Ouro o Monumento Cívico-Militar ou a Revolução Democrática Brasileira, na realidade uma contra-revolução que salvou o País do caos para o qual estava sendo conduzido e que postergou, por vários anos, o êxito de nova tentativa de tomada do poder por uma minoria comunista, então encastelada nos sindicatos e outras instituições, bem como em diversas esferas do Governo.

Nossos detratores, os vencidos de então, que anistiamos na esperança de paz e de concórdia nacionais, incansáveis, obliterados e empedernidos que são, e outros que não viveram aqueles tempos sombrios mas que procedem como “o papagaio de casa de tolerância do interior”, rotulam-no de “Golpe Militar” que implantou a “ditadura” no Brasil. Este meio século, para eles, significa “anos de chumbo”, ou “anos de escuridão”.

A técnica da propaganda aconselha que os slogans, os chavões, as idéias-força, as palavras-chave, devem ser repetidas à larga, até tomarem foros de realidade. E não faltam “marqueteiros” milionários, vendedores de ilusão, para ajudar nesse mister, que conta com a ampla difusão de certa mídia, comprada ou comprometida ideologicamente, e que não respeita ética e nem tem compromisso com a verdade.

Se perguntarmos a um desses que engrossam tal corrente, até bacharéis, se sabem o que caracteriza uma ditadura e quais são os parâmetros de uma democracia, terão dificuldade em responder. Ignoram que todos os Presidentes Militares foram eleitos pelo Congresso e que a maioria dos países democráticos utiliza uma forma indireta de escolha de seus mandatários. Nunca se deram conta – ou esqueceram-se, ou jamais lhes disseram – por exemplo, que José Maria Alkmin, ex- Ministro da Fazenda de JK, foi o Vice-Presidente de Castelo Branco, e que Aureliano Chaves, ex-Governador de Minas Gerais, o foi de João Figueiredo. Não lhes interessa lembrar que o MDB era o partido de oposição e que, por duas vezes, chegou a lançar candidato à Presidência da República, derrotado no voto. E que havia, circulando, jornais contra o governo, como, no Rio de Janeiro, o Correio da Manhã….Ditadura?

Mas, por quê ocorreu, há meio século, o movimento de que estamos falando? A situação nacional deteriora-se a tal ponto que se temia um iminente golpe comunista, tal como o tentado em Novembro de 1935, para a tomada do Poder. Eram greves em atividades essenciais, desabastecimento, inflação galopante, comícios ameaçadores, serviços públicos em crise, as intimidações da CGT. E a Nação, cuja voz era a voz de Deus, aflita, temerosa, apelou para suas Forças Armadas – povo fardado que sempre, ao longo dos tempos, estiveram a seu lado, pois nunca foram intrusas na História Pátria.

Como bem escreveu o lendário Osório, “a farda não abafa o cidadão no peito do soldado”. Sempre é bom lembrar a extraordinária “Marcha com Deus e a Família pela Liberdade”, que congregou, em passeata cívica e ordeira, um número incontável e inimaginável de bons brasileiros, de iniciativa e coordenação de Senhoras da sociedade.

No âmago das Forças Armadas, a disciplina e a hierarquia, suas bases constitucionais e verdadeiras cláusulas pétreas, eram violentadas às escâncaras. Inspirados na velha tática napoleônica, tentaram dividir-nos, para nos bater por partes. Falava-se, abertamente, em “classe dos sargentos” e “classe dos oficiais”, como se não houvesse uma classe militar única e indivisível, organizada em círculos hierárquicos, sob uma disciplina comum. Teciam-se freqüentes loas aos chamados “Generais e Almirantes do povo” – os “legalistas”, afinados com o Governo e que colocavam a lealdade à figura do Presidente acima de seu compromisso para com a Nação, pois só esta é eterna – e os “Gorilas”, os que manifestavam preocupação com o estado das coisas e, por várias vezes, haviam alertado o Governo para a situação preocupante, na esperança de uma mudança sensata de postura. Mas o Comandante Supremo só ouvia os “pelegos” que tinham livre acesso a ele.

Muitos não querem lembrar da revolta dos sargentos em Brasília; da “Associação de Marinheiros e Fuzileiros”, que pregava abertamente a insubordinação e cujos dirigentes, seguidos por outros, acabaram refugiando-se no Sindicado dos Metalúrgicos, que lhes deu apoio e de onde foram retirados, presos; da reunião no Automóvel Clube do Brasil, no Passeio Público do RJ, com o incentivo e a presença de João Goulart, e do espetáculo deprimente de praças carregando nos ombros um Almirante, seu adepto – todos fardados -, demonstração inequívoca de quebra de disciplina e de hierarquia. Não interessa mencionar os comícios comunistas, a ação das Ligas Camponesas, dos “Grupos dos 11”… Era a própria revolução marxista em marcha!

Vitorioso o movimento democrático, tão solicitado e aplaudido pela maioria esmagadora da Nação e sem derramamento de sangue – diferente pois, do que ocorreu em outros países onde foi implantado, pela força, o regime comunista – o Brasil ainda viveu anos difíceis, com o surgimento da luta armada, nas cidades e no campo: assaltos, seqüestros, roubos, atentados, guerrilhas. Foram os comunistas novamente derrotados e, outra vez, não contaram com o apoio da população.

Mas, como resultado ou vingança, nossos detratores rotularam todos os que, cumprindo ordens superiores, empenharam-se na defesa da democracia, como “torturadores”, tal como dão, genericamente, a todo profissional da área de Inteligência – essencial a qualquer Estado democrático – o epíteto de “Araponga”.

Derrotados naquela luta, apresentam-se hoje como “heróis da democracia”, cada qual fingindo ser um idealista que só queria o bem do Brasil… No fundo, há um interesse por indenizações, bolsas e cargos. E um exemplo dessa desigualdade e injustiça é patente: Mario Kozel Filho, um jovem soldado que durante a prestação do Serviço Militar inicial, estava de serviço de sentinela no Quartel-General do então II Exército, em S. Paulo, foi vítima de um atentado terrorista e morreu; sua beneficiária recebe pensão normal de 3º Sargento, graduação à qual foi promovido post mortem, enquanto que o assassino que o matou, anistiado, recebeu polpuda indenização e tem um salário mensal vitalício, isento de Imposto de Renda…

Guerrilheiros de ontem, condenados hoje por outros crimes recentes de corrupção e afins, têm a desfaçatez de se declararem “presos políticos”. De seus companheiros de aventura, hoje no Poder?

As obras destes cinqüentas anos aí estão, Brasil afora. É impossível alinhá-las todas nestas poucas linhas. Bem feitas, porque construídas com competência, honestidade e fiscalização. Ninguém foi acusado de corrupção. Não houve majoração indecorosa de preços, nem “mensaleiros”, tampouco dinheiro na meia ou na cueca, nem lavagem e depósitos em contas em paraísos fiscais. Aqueles que as edificaram morreram pobres. Mas, para os detratores sempre ativos, é imperioso desvinculá-las daqueles que as idealizaram e tornaram-nas realidade. Daí até o nome de algumas tentam agora mudar. Na modesta placa de bronze colocada na Ponte Costa e Silva, lê-se: “…É um exemplo da determinação do Povo Brasileiro em caminhar firmemente para o futuro.” Este era o espírito nacional àquela época! Os jovens cantavam: “Pra frente, Brasil!” Hoje, uma entidade que parece não ter nada mais para fazer, quer mudar-lhe o nome. Está olhando pelo retrovisor da História! Será que pretende retirar o nome de Getúlio Vargas, ou Presidente Vargas, que exerceu, verdadeiramente, o governo ditatorial, do Estado Novo, dado a inúmeras cidades, usinas, escolas, hospitais e tantos outros logradouros públicos, no País, de Norte a Sul? E a propósito, não reconhecem que tal ditadura de quinze anos só teve fim, na realidade, quando do regresso vitorioso dos nossos pracinhas que lutaram contra o nazi-fascismo no Teatro de Operações da Itália.

Agora, usando a mesma tática do grande general francês antes mencionado, procuram separar o “Exército de hoje” do “Exército de ontem”, fosso este que tentam cavar também nas outras Forças Singulares. Como se iludem! As infiltrações sensíveis de antes de 1964 nelas não se repetiram. Somos todos, da Ativa, da Reserva e Reformados, uma classe que pensa igual, que está alerta e vigilante, que troca idéias e que quer o progresso do País e o bem-estar do povo.

O Brasil, que nasceu sob a sombra da cruz e que, como diz o cancioneiro popular, “é bonito por natureza e abençoado por Deus”, será sempre uma nação cristã, fraterna e acolhedora, amante da paz, livre e democrata. Jamais será dominada pelos comunistas, mesmo que isto custe a vida de muitos. É o nosso compromisso.

Fonte: Sociedade Militar

O Estado é cúmplice.

Bene Barbosa*

Há quase 20 anos impera no Brasil a ideologia infundada de que a criminalidade e a violência são fruto da desigualdade social e da pobreza. Algo como se todo pobre fosse impelido ao crime, enquanto os abonados, embora malvados capitalistas, se distanciam dos atos criminais. Os adeptos desse pensamento apenas esquecem, propositalmente ou não, de que cometer um crime é e sempre será uma escolha individual e consciente, independente da classe social.

A diferença entre ricos e pobres é que, os primeiros, quando decidem cometer crimes, escolhem o estelionato, as falcatruas, a corrupção, a gestão fraudulenta, as licitações forjadas e, não raramente, acabam na política. Os pobres, por pura falta de outros instrumentos ou acessos, “metem o canhão na cintura” e vão para a rua assaltar. Todos eles, porém, são criminosos e caberia ao poder público, ao “Deus-Estado”, fazer valer a lei e puni-los indistintamente, na proporção de seus delitos. Sabemos, todavia, que isso não acontece nem para pobres, muito menos para os ricos, ainda mais se estes fizerem parte da estrutura do status quo. E então a ideia da determinação do meio social vai, comodamente, sendo aceita, favorecendo, pela falta de combate, a expansão vertiginosa da violência criminal.

A sociedade, em seus mais diversos segmentos, parece apática, sem esboçar reação.

A segurança privada, embora seja o setor que mais se beneficia financeiramente do caos que se instala no Brasil, não tem autorização para efetivamente contribuir para a segurança dos cidadãos de forma mais geral, não podendo tomar o espaço abandonado pelo poder público. O próprio “Deus-Estado”, que tudo sabe e vê, já cuidou de eliminar o risco de concorrência ao seu temerário monopólio da força. Prova disto é que, no Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), emitido pelo governo federal, há a previsão para que toda a segurança privada armada seja banida do Brasil. Melhor não fazer muito barulho.

O cidadão, coitado, se viu nos últimos anos convidado a entregar suas armas e sua vida na mão inepta do Estado, através das fracassadas campanhas de recolhimento de armas. Chamado à urna, disse não ao desarmamento, com o que esperava estar garantindo o direito de possuir legalmente uma arma para sua defesa. Mais uma vez foi traído, seu voto feito de papel higiênico e, mais uma vez, o Estado disse: “eu não deixo você ter uma arma, isso é para a sua própria segurança”, mesmo que o caminho para a segurança seja ir preso ou morrer, com a leniência oficial, nas mãos de um facínora qualquer.

Estamos em ano eleitoral, o que tende a reacender esperanças. Será? Duvido muito. O mais previsível é que o partido que se encontra no poder, e competentemente aparelhou a máquina pública como não se via desde a Alemanha nazista, continue onde está.

As alternativas não trazem mudança ao cenário. Os candidatos que até agora apareceram de modo mais consistente se mostram apenas mais do mesmo. Eduardo Campos e Marina Silva apresentaram recentemente um “pré-plano” de governo, com uma breve alusão à segurança pública. A proposta foi bem resumida na crítica contundente do pesquisador Fabricio Rebelo: “no campo da segurança pública, uma enorme decepção. Em meio a uma catastrófica situação de crise de criminalidade homicida, os utópicos pré-candidatos vêm com a balela de ‘cultura de paz’ e ‘reconciliação’ entre periferia e bairros centrais.” E lá vem a repetição da tese da “guerra” entre ricos e pobres.

Já Aécio Neves, o mais importante, pelo menos até agora, pré-candidato, há alguns meses flertou fortemente com mais restrições à liberdade individual, ao afirmar que o problema do desarmamento foi que ele desarmou pouco. É a ideologia contra os fatos, esta, sim, uma guerra em que a razão vem perdendo.

Por isso afirmo que não há, realmente, muito o que esperar. E além de afirmar, faço aqui uma acusação: o estado é cúmplice! Cúmplice de cada homicídio, de cada estupro, de cada roubo e de cada furto que ocorre hoje no Brasil. Em que me pauto para afirmar isso? Ora, quem tem o instrumental e chama para si o monopólio da segurança pública, ao não tomar as medidas necessárias para impedi-los, é cúmplice, no mínimo, por omissão!

*Bene Barbosa é especialista em segurança pública e presidente do Movimento Viva Brasil.

DEFORMAÇÃO MORAL – O CÂNCER DAS RELAÇÕES SOCIAIS.

por Geraldo Almendra

charge-arvore-nepotismo

Somente um governo de direita através de uma intervenção civil ou militar cirúrgica poderá nos resgatar do caminho da destruição econômica e social imposta pelo projeto do domínio da América Latina pelos comunistas.

É uma absurda utopia pensarmos em solução política para o país com os atuais representantes do povo , assim como seus sucessores naturais, todos afundados na prática do ilícito e na deformação moral sob todos os seus aspectos.

As relações do poder público com as classes sociais, notadamente com aqueles que dependem de assistência social, e de relações de serviços, comerciais ou empresariais com os poderes federal, estadual e municipal, chegaram a um nível de deformação moral que não tem mais como, em condições políticas normais, ser corrigido ou reduzido, pelo contrário, o país está se tornando o mais corrupto e imoral do mundo.

A apatia, omissão, covardia ou cumplicidade dos três comandantes das Forças Armadas ao longo dos desgovernos civis estão se refletindo diretamente sobre a moral da tropa e do resto da sociedade que luta, desarmada e cada vez mais isolada, para não viver debaixo de uma corruptocracia fascista.

As cúpulas das forças policiais do país estão todas dominadas pelo projeto de poder perpétuo do PT.
Os focos de resistência à destruição do nosso país estão cada vez mais dispersos e quase que se reduzem a dezenas de patriotas e às redes sociais, já quase dominada pela infiltração de canalhas meliantes pagos pelo PT para exercerem a pratica diária da contrainformação criminosa e leviana, tudo para confundir os que tentam se unir para a luta contra essa farsa de democracia em que vivemos, uma genocida corruptocracia fascista.

Algumas dezenas de vozes isoladas estão tendo cada vez menos efeito.

A covardia e a omissão individual de milhares que entendem a necessidade de uma mudança urgente no país não permitem uma união revolucionária, assim como não consegue viabilizar o resgate de líderes que teimam em se apresentar para lutar pelo país, mesmo sabendo o risco que estão correndo com sua exposição a um poder político criminoso por definição.

Gravíssimo é o aporte à traição ao país, um apoio oferecido por milhares de esclarecidos canalhas de todas as classes mais bem situadas na sociedade, seja em termos educacionais, culturais ou patrimoniais.
Esta cumplicidade nos assusta, pois traz à tona o DNA da prática do ilícito incorporado no comportamento das burguesias e oligarquias que dominam o país, mas em um nível que nos coloca como uma sociedade moralmente e profundamente deformada em uma visão de longo prazo.

Esses cúmplices voluntários ou comprados para apoiar o projeto de poder perpétuo do PT estão consolidando o papel das oligarquias e burguesias públicas e privadas como participantes da destruição econômica, política e social do país, como se eles não fossem acabar terminando vítimas da carnificina moral que estamos presenciando nas relações públicas e privadas, sendo isso apenas uma questão de tempo.

Não existe na história um regime ditatorial comunista, fascista, socialista ou nazista que não faça de todos, ou escravos ricos ou pobres do poder central, ou candidatos a uma cova coletiva.

A classe política e seus milhares de cúmplices foi transformada pelos desgovernos civis em um exército da corrupção por meio de sucessivos estelionatos eleitorais que transformaram milhões de cidadãos em uma massa de manobra criada pela proposital falência educacional e cultural do país.

O Brasil está à deriva e entregue a uma luta intestina pelos representantes do projeto de poder perpétuo do PT, gente sórdida que coloca em segundo plano qualquer princípio moral ou ético e estão exercendo o controle da sociedade com os instrumentos do comunismo e do socialismo, principalmente, espelhados nos atos de um Poder Executivo fascista-corrupto que transformou em seus lacaios os outros poderes da República.

Já vivemos em uma farsa definitiva de democracia, uma corruptocracia fascista, com o poder central fazendo o que bem entende diante de um poder judiciário dominado pelos togados cúmplices e corrompidos pelo PT, que conta com a simpatia inclusive da OAB e das bases da igreja católica no país, entre outros segmentos da sociedade.

Centenas de representantes da Justiça, ou estão vestindo togas de bandidos ou são bandidos vestindo togas, fantasias de justiça validadas no seu uso por formação graduada e juramentos à prática da justiça, mas que não têm mais qualquer valor moral ou ético.

Os representantes dos podres poderes da República, quando não são corruptos e corporativistas para garantir a impunidade da prática do ilícito, se associam para garantir padrões de vida, para eles mesmo, muito superiores ao resto da sociedade, deixando de lado qualquer princípio ou valor moral e ético, enquanto quase 100000 pessoas morrem todos os anos vítimas das consequências do roubo de bilhões dos cofres públicos, assim como da absurda incompetência nos atos de governar o país.

A questão mais grave é que o foco desta deformação cresceu e se tornou incontrolável dentro de um poder público corruptor por excelência, um já transgressor natural de qualquer valor relacionado à honestidade, um cada vez mais competente praticante do ilícito moral, patrimonial e financeiro, e que colocou os princípios da Justiça subordinada a um corporativismo e um relativismo comandando por verdadeiros gângsteres da corrupção e do suborno.

A deformação da sociedade, que já vinha tomando forma durante a Fraude da Abertura Democrática como consequência de desgovernos civis corruptos, se afirmou como um instrumento de domínio definitivo do país com a chegada do PT ao poder, que passa a comandar o país com um Poder Executivo disfarçadamente , na maioria das vezes não, fascista-comunista-socialista, como ponto de partida para transformar o país em uma Cuba Continental.

Nossa sociedade não tem mais saída com ou sem a participação da parcela das FFAA que não aceita ser subordinada a declarados, reconhecidos e notórios homens públicos meliantes da prática do ilícito como valor fundamental de suas sórdidas existências.

O único caminho que nos resta é iniciar a reconstrução do país através de uma intervenção civil, militar, ou civil-militar.

A escolha que se coloca no nosso caminho é o sacrifício de dezenas de vida pela libertação do país das mãos do PT e de seus cúmplices, ou continuarmos durante décadas sendo escravos de uma corruptocracia fascista, como espectadores da morte de milhões de cidadãos pelo motivo já conhecido e comprovado por todos: a gestão fraudulenta do poder público que provoca o desvio de bilhões de reais todos os anos comprometendo de forma genocida as responsabilidades sociais do Estado.

Temos que decidir se a vida de nossos filhos, de nossos netos, e de suas famílias deve merecer o sacrifício da nossa.

A cada dia que se permite que o CHEFE maior e líder da destruição do país o Retirante Pinóquio continue desgovernando pelo exercício do cargo de presidente de fato do país, se torna menor qualquer chance de resgatarmos para o Brasil os padrões de democracia e justiça social que sonhamos no momento da abertura democrática.

Que ninguém mais de boa-fé se iluda, não insistindo em continuar se apresentando como um imbecil, um idiota ou palhaço do Circo do Retirante Pinóquio: estamos na fronteira de uma ditadura fascista-comunista-socialista que se mostrará ao mundo como a mais genocida dos dois últimos séculos.

Polícia vai parar carros à distância com canhão de micro-ondas.

Com informações da New Scientist – 10/01/2014

Polícia poderá parar carros à distância com canhão de micro-ondas
Ao apertar de um botão, os guardas simplesmente imobilizarão o carro suspeito à distância.[Imagem: SAVELEC]

Radares que fotografam placas de veículos em excesso de velocidade logo se tornarão o aspecto mais brando da fiscalização policial.

Aparelhos que disparam rajadas de micro-ondas, travando todo o controle eletrônico dos carros, em breve darão novos poderes às autoridades para controlar veículos suspeitos.

Esses aparelhos, que usam ondas eletromagnéticas de alta potência para atrapalhar o funcionamento dos computadores dos carros mais modernos, já estão na fase final de testes.

A intenção é que a polícia não precise mais sair perseguindo os veículos suspeitos: ao apertar de um botão, os guardas simplesmente imobilizarão o carro suspeito à distância.

A pedido da polícia da França, Espanha e Alemanha, um consórcio financiado pela Comissão Europeia está desenvolvendo um aparelho com essa capacidade.

A empresa de eletrônicos E2V, do Reino Unido, começou antes o desenvolvimento de um sistema semelhante, e testou com sucesso sua tecnologia há algumas semanas.

Como parar um carro à distância

O projeto europeu SAVELEC (Controle seguro de veículos não-cooperativos através de meios eletromagnéticos) recebeu recursos da ordem de €4,3 milhões.

Engenheiros da Agência Aeroespacial Alemã DLR, que fazem parte do consórcio, se debruçaram sobre as ECUs (Unidades de Controle de Motores) – uma espécie de CPU dos carros – para identificar vulnerabilidades nos microchips que possam ser exploradas através de sinais de rádio.

Na MBDA, uma fabricante de mísseis francesa, uma equipe está fazendo simulações com grandes grupos de motoristas voluntários para avaliar como eles reagem quando os carros simplesmente “apagam” em alta velocidade.

Os aparelhos não pretendem fritar a eletrônica de um carro – como as armas militares de pulsos eletromagnéticos fazem – mas apenas desativá-los temporariamente.

Com a fiação do veículo atuando como uma antena, os pulsos desativam temporariamente a ECU forçando-a a reiniciar-se constantemente, o que faz o veículo deixar de funcionar e eventualmente parar – embora não se saiba exatamente o efeito dos pulsos sobre o controle eletrônico da direção e dos freios.

“Nós queremos desorientar a eletrônica do carro para que possamos parar o carro, mas não queremos quebrá-lo e deixá-lo travado na rodovia. E nós também não queremos ferir os ocupantes, pedestres próximos ou a polícia com o feixe,” disse Cécile Macé, da MBDA.

Polícia poderá parar carros à distância com canhão de micro-ondas
O aparelho final provavelmente será muito menor do que o protótipo, que usa uma enorme antena para ter um alcance de 60 metros. [Imagem: SAVELEC]
Cópias piratas

O aparelho final provavelmente será muito menor do que aquele no qual a E2V está trabalhando, que possui um transmissor de 350 quilos montado em um SUV e um “canhão metálico” – uma antena – capaz de disparar feixes de micro-ondas em um carro ou moto a até 60 metros de distância.

O consórcio SAVELEC ainda não testou seu sistema, mas o objetivo é ter um protótipo pronto em 2016.

Por enquanto os engenheiros não estão disponibilizando detalhes técnicos sobre o trabalho, a fim de evitar que outras pessoas desenvolvam contra-medidas à tecnologia – ou construam a sua própria versão do aparelho e “congelem” os carros da polícia.

Criação do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (1º BAEP).

Subject: Fwd: Criação do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (1º BAEP)

DOE nº 3 • São Paulo, terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Decretos

DECRETO Nº 60.034, DE 6 DE JANEIRO DE 2014

Cria o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (1º BAEP), sediado em Campinas, altera o Decreto nº 55.742, de 27 de abril de 2010, que dispõe sobre a estruturação da Polícia Militar do Estado de São Paulo e dá providências correlatas

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

Decreta:

Artigo 1º – Fica criado, na Polícia Militar do Estado de São Paulo, como Órgão Especial de Execução, subordinado ao Comando de Policiamento do Interior-2 (CPI-2), o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (1º BAEP), sediado em Campinas.

Artigo 2º – Fica acrescentado ao Decreto nº 55.742, de 27 de abril de 2010, o artigo 21-A, com a seguinte redação:
“Artigo 21-A – É Órgão Especial de Execução, subordinado ao Comando de Policiamento do Interior-2 (CPI-2) e sediado no Município de Campinas, o 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (1º BAEP), responsável pelas seguintes atividades:

I – execução de:
a) operações especiais de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública;
b) ações de controle de distúrbios civis e de antiterrorismo;

II – supletivamente, execução:
a) da polícia ostensiva e da preservação da ordem pública;
b) das ações de policiamento com cães e das ações de policiamento montado.

Parágrafo único – O 1º BAEP exercerá suas atividades no território sob a responsabilidade do CPI-2.”.

Artigo 3º – Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio dos Bandeirantes, 6 de janeiro de 2014
GERALDO ALCKMIN
Fernando Grella Vieira
Secretário da Segurança Pública
Edson Aparecido dos Santos
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicado na Casa Civil, aos 6 de janeiro de 2014.

Mapa da Violência 2013: 67,1% das vítimas por arma de fogo são jovens.

Luciano Nascimento
Repórter da Agência Brasil

Brasília – De cada três mortos por arma de fogo, dois estão na faixa dos 15 a 29 anos, é o que mostra o Mapa da Violência 2013: Mortes Matadas por Armas de Fogo. A publicação, divulgado com exclusividade pela Agência Brasil, diz que os jovens representam 67,1% dos mortos por arma de fogo.

As informações se referem ao período de 1980 a 2010 e revelam que, em 30 anos, um total de 799.226 pessoas morreram vítimas de armas de fogo. Desses, 450.255 mil eram jovens entre 15 e 29 anos de idade. A publicação, feita pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, analisou as mortes por armas de fogo decorrentes de agressão intencional de terceiros (homicídios), autoprovocadas intencionalmente (suicídios) ou de intencionalidade desconhecida, cuja característica comum foi a morte causada por arma de fogo.

De acordo com a publicação, a análise dos dados de morte de jovens no ano de 2010, mostra que as armas de fogo são a principal causa de morte no próprio segmento. Neste ano, foram registradas 75.553 mortes de jovens de 15 a 29 anos de idade, sendo que um terço (22.694) foi decorrente do uso de arma de fogo. “Bem longe da segunda causa: os acidentes de trânsito, que representam 20% da mortalidade juvenil”, diz a publicação.

“Temos uma epidemia de violência em todo o Brasil e sabemos o perfil de quem ela atinge mais: são jovens, negros e, geralmente, de baixa renda,” disse para a Agência Brasil o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, responsável pela publicação. Entre as causas da morte por arma de fogo entre os jovens, Waiselfisz indica o abandono da escola e a baixa inserção no mercado de trabalho. “Hoje temos 9 milhões de jovens que não estudam, não trabalham e que estão vulneráveis a situações de violência”, disse.

A publicação mostra que a maior parte dos homicídios resulta da chamada “cultura da violência”. Os dados contrariam a “visão amplamente difundida, principalmente nos meios ligados à segurança pública, de que a violência homicida do país se encontra imediatamente relacionada às estruturas do crime e mais especificamente à droga”.

A afirmação se ancora em publicação do Conselho Nacional do Ministério Público, divulgada em 2012, e elaborado a partir de inquéritos policiais referentes a homicídios acontecidos em 2011 e 2012 em 16 unidades da Federação. O levantamento apontou que as maiores causas de homicídios decorreram de motivos fúteis, como “brigas, ciúmes, conflitos entre vizinhos, desavenças, discussões, violências domésticas, desentendimentos no trânsito.”

A impunidade também foi apontada como fator importante, tanto para as mortes de jovens, quanto para a população em geral. “O índice de elucidação dos crimes de homicídio é baixíssimo no Brasil. Estima-se, em pesquisas feitas, inclusive a da Associação Brasileira de Criminalística feita em 2011, que [a elucidação] varie entre 5% e 8%. Esse percentual é 65% nos Estados Unidos, no Reino Unido é 90% e na França é 80%,” diz a publicação.

Edição: Fábio Massalli

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