CRIPTOGRAFIA – THALES E INSTITUTO PONEMON APRESENTAM O ESTUDO DAS TENDÊNCIAS NO BRASIL

Para organizações brasileiras, ataques internos são mais preocupantes que ataques externos

Thales e Instituto Ponemon apresentam o Estudo das Tendências de Criptografia no Brasil

São Paulo, 18 de Outubro, 2013 – Thales, líder em sistemas de informática e segurança de comunicação, anuncia a publicação do mais recente Estudo das Tendências de Criptografia no Brasil. O estudo, baseado em uma pesquisa independente realizada pelo Instituto Ponemon e patrocinada pela Thales, revela que as organizações brasileiras estão aumentando os seus investimentos em criptografia com o objetivo de proteger suas marcas, honrar os compromissos de privacidade e reduzir o impacto dos vazamentos de dados.

O estudo apresenta resultados da segunda pesquisa Tendências de Criptografia no Brasil, que entrevistou mais de 500 profissionais de TI e de segurança de TI na região. O relatório faz parte de um estudo maior, de mais de 4.000 gerentes de negócios e de TI entrevistados nosEUA, Reino Unido, Alemanha, França, Austrália, Japão e Brasil, analisando as tendências globais de criptografia e as diferenças regionais no uso de criptografia. O relatório global está em seu oitavo ano.

Os resultados do estudo mostram que tem havido um aumento constante na implantação de soluções de criptografiapelas organizações ao longo dos últimos oito anos e que o seu uso se correlaciona fortemente com a postura geral de segurança de uma organização. A percentagem do orçamento totalde segurança de TI dedicado àcriptografia praticamente dobrou ao longo dos últimos 8 anos, o que demonstra que as organizações estão priorizando a criptografia sobre outras tecnologias de segurança.

Globalmente,a criptografia continua a ser vista como uma questão estratégica entre os líderes empresariais, diminuindo a influência dos profissionais de TI ou de segurança sobre estratégia de criptografia da sua organização. Isso demonstra que a privacidade não é mais vista apenas como um problema de TI, mas que afeta toda uma organização. No entanto, a situação é menos clara no Brasil, onde quase a metade dos entrevistados disse que não há um grupo funcional com a responsabilidade global para determinar a estratégia de criptografia, o que poderia indicar que este mercado ainda é relativamente imaturo.

Quando se trata depercepções sobre as ameaças mais significativas para a exposição de dados sensíveis ou confidenciais, os entrevistados brasileiros mostram um perfil diferente de outros países. Eles consideram o mau funcionamento de sistemas a maior ameaça de perda de dados, seguido pelo vazamento de dados por terceiros ouprestadores de serviços. Aterceira maior ameaça é em relação a funcionários internos, o Brasil é o único país na pesquisa que está mais preocupado com ataques internos maliciosos do que com invasores externos (14% contra 9%).

Dr Larry Ponemon, presidente e fundador do Instituto Ponemon, comenta:

“O uso de criptografia tem se mostrado como um claro indicador de uma forte postura de segurança, com as organizações que implantam a criptografia sendo mais conscientes das ameaças às informações sensíveis e confidenciais e fazendo um maior investimento em segurança de TI. Independentemente da situação de uma organização, é claro que a criptografia e gerenciamento de chaves estão se tornando mais amplamente implantados.Pelaprimeira vezeste ano, nosso estudo mostra que cada vez mais organizações dizem que têm uma estratégia de criptografia implementada – outra indicação clara de que a criptografia é visto agora como uma questão estratégica”.

Richard Moulds, vice presidente de estratégia da Thales e-Security, comenta:

“Éinteressante notar que as organizações brasileiras na nossa pesquisa estão particularmente preocupadas com a ameaça de ataques internos maliciosos, o que aumenta a importância não só da criptografia, mas também de controles de gerenciamento de chaves robustos. O gerenciamento de chaves tem sido constantemente citado nos oito anos de pesquisa como sendo um dos aspectos mais importantes de qualquer implantação de criptografia, e as descobertas brasileiras enfatizam esse ponto. Sem a separação clara de funções e controles duplos, é possível para super-usuários utilizarem as chaves maliciosamente, enfraquecendo a criptografia e outras operações criptográficas dentro de sua organização. Dispositivos de segurança, como módulos de segurança de hardware (HSM) são projetados para lidarem com esta ameaça e entregarem os altos níveis de segurança necessários para uma boa gestão de chaves.”

Participe do webinar “Proteção de Dados: Como as Empresas Brasileiras utilizam a Criptografia”, apresentado por Paulo Veloso, Country Manager Brazil – Thales e-Security – discutindo os resultados do Estudo das Tendências de Criptografia no Brasil

Data: Quarta-feira, 23 de Outubro, 2013

Horário: 10hs

Material de apoio:

Estudo das Tendências de Criptografia no Brasil

Estudo Global das Tendências de Criptografia

Para informações sobre proteção de dados e dicas sobre as ultimas tendências em gerenciamento de chaves acesse o nosso blog em www.thales-esecurity.com/blog

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